FESP Faculdade de Engenharia São Paulo

OBJETIVOS

Proporcionar aos participantes uma visão integrada das questões ambientais e dos problemas sanitários do meio, enfocando aspectos da saúde pública e do saneamento, com ênfase nos sistemas de Tratamento de Água, Resíduos e Efluentes.
Proporcionar uma ampla discussão acerca da análise e gestão ambiental, enfocando-se os diversos instrumentos da política nacional do meio ambiente, os sistemas de controle da qualidade ambiental e a avaliação de impactos ambientais, proporcionando aos egressos conhecimento e atualização científica das bases e formas de gestão do meio ambiente e do uso sustentável dos recursos naturais e energéticos.

IMPORTÂNCIA DO CURSO / JUSTIFICATIVA

A proposta para o curso contempla formação em nível de pós-graduação a profissionais graduados na área tecnológica, com interesse na área ambiental, e mais especificamente para as atividades de intervenção e controle ambiental, com abordagem de temas diversificados, indispensáveis para a correta formulação e solução de problemas.
O curso possibilita a seus egressos um vasto campo de atuação profissional, com atividades de planejamento, análise, controle, projeto e gerenciamento de intervenções nos processos ambientais, atuando no segmento industrial, agrícola, de serviços, instituições de ensino e pesquisa, órgãos governamentais e não governamentais, com atuação nas áreas de controle de poluição, saneamento ambiental, recuperação de áreas degradadas, tratamento de resíduos e efluentes, recursos naturais, avaliação de impactos ambientais, gestão de sistemas, auditoria e certificação ambiental. A coleta e a análise de amostras, coordenação de atividades de campo e laboratoriais, gerenciamento de resíduos, pesquisa de novas soluções tecnológicas, são algumas das atividades possíveis aos pós-graduados.
O Projeto pedagógico do curso foi construído em profunda consonância com a Resolução nº 1.010/2005, do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA, e objetiva oportunizar a extensão de atribuições profissionais aos registrados no sistema.

DURAÇÃO DO CURSO, HORÁRIOS E PERIODICIDADE DAS AULAS

O curso terá a duração 18 meses para o desenvolvimento dos conteúdos ministrados nas diversas disciplinas e mais 4 meses para entrega do trabalho de conclusão de curso.
A carga horária total do curso de pós-graduação em Engenharia Ambiental é de 400 horas, sendo 336 horas divididas em 4 módulos de conteúdos específicos, 64 horas para o trabalho de Conclusão de Curso, divididas em 24 horas para a disciplina de Métodos e Técnicas de Pesquisa e 40 horas para elaboração do Trabalho de Conclusão.
A carga horária referente aos módulos de conteúdos específicos será desenvolvida em salas de aula e laboratórios, em atividades teóricas e práticas.
As aulas serão ministradas aos sábados, das 8 às 12h e das 13h às 17 horas, com proposta de duas semanas consecutivas de aulas e uma de descanso, perfazendo um total de 45 encontros de 8 horas cada, ou 45 sábados, conforme calendário específico.

PÚBLICO-ALVO

Engenheiros de todas as modalidades, Arquitetos e Urbanistas, Agrônomos, Geólogos, Geógrafos, Meteorologistas, Tecnólogos nas áreas abrangidas pelo sistema CONFEA / CREA’s.

METODOLOGIA E ESTRATÉGIAS DE TRABALHO

As disciplinas do curso são desenvolvidas com por meio de aulas expositivas, debates, aulas de exercícios, atividades práticas de laboratório, elementos projetuais e visitas técnicas.
Serão disponibilizadas salas de aula equipadas com modernos recursos de tecnologia e multimídia.
Serão realizadas visitas técnicas monitoradas à Estações de Tratamento de Águas de Abastecimento, Esgotos sanitários e Disposição Final de Resíduos Sólidos.

DISCIPLINAS DO CURSO

Módulo I
Fundamentos da Engenharia Ambiental

Disciplina Carga Horária
Introdução à Engenharia Ambiental 16
Ecologia, Recursos Naturais e Energéticos 24
Geologia e Geotecnia Ambiental 24
Recursos Hídricos 32
TOTAL 96

Módulo II
Tratamento de Água, Efluentes e Resíduos

Disciplina Carga Horária
Tratamento de Águas de Abastecimento 24
Tratamento de Esgotos Sanitários e Efluentes Industriais 32
Resíduos Sólidos 24
TOTAL 80

Módulo III
Controle da Qualidade Ambiental

Disciplina Carga Horária
Poluição dos Solos 24
Poluição Atmosférica 24
Poluição das Águas 32
TOTAL 80

Módulo IV
Avaliação e Gestão Ambiental

Disciplina Carga Horária
Direito e Legislação Ambiental 24
Análise e Avaliação Ambiental 32
Gestão Ambiental 24
TOTAL 80

Módulo V
Trabalho de Conclusão de Curso

Disciplina Carga Horária
Métodos e Técnicas de Pesquisa 24
Trabalho de Conclusão de Curso 40
TOTAL 64

CORPO DOCENTE

  • Coordenação: Engenheiro Professor MSc Ericson Dias Mello
  • Engenheiro Professor MSc Heládio de Castro Winz
  • Professores: Corpo Docente da FESP e Professores Convidados

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIA INDICADA DAS DISCIPLINAS

INTRODUÇÃO A ENGENHARIA AMBIENTAL

A questão Ambiental. Sustentabilidade Ambiental e Desenvolvimento. Mudanças Globais e Desenvolvimento Sustentável. Aspectos Históricos e Legais. Economia e Meio Ambiente. Educação Ambiental. Engenharia Ambiental e o trabalho profissional.

Bibliografia:
REIS, M.J.L. ISO 14000: Gerenciamento Ambiental – Um novo desafio para a sua competividade. Rio de Janeiro: Qualitymark Editora, 1996.
FARIAS, T. Licenciamento Ambiental: aspectos teóricos e práticos. São Paulo: editora Fórum, 2007.
ANDRADE, R.O.B.; TACHIZAWA, T.; CARVALHO, A.B. Gestão Ambiental. São Paulo: Editora Pearson, 2004.
BARBIERE, J.C. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias de mudanças da Agenda 21. Petrópolis: Vozes, 1997.
PHILIPPI Jr, A. ; BRUNA, G.C.; ROMERO, M.A. Curso de Gestão Ambiental. São Paulo: Editora Manole, 2004.

 

ECOLOGIA, RECURSOS NATURAIS E ENERGÉTICOS

Ecossistema: conceito e estrutura. Fluxo de Energia. Biosfera. Fatores Ecológicos. Dinâmica das populações. Biodiversidade. Ações antrópicas. Recursos naturais renováveis e não renováveis. Recursos Energéticos. A gestão de recursos sob a ótica ambiental.

Bibliografia:
BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo. PRENTICE HALL, 2002.
ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1988.
PINHEIRO, A. C. F. B. e MONTEIRO, A. L. F. B. P. A. Ciências do ambiente. São Paulo: Makron Books & McGraw-Hill, 1992.
BELLA, V. Recursos Naturais e Meio Ambiente. São Paulo: Eduffdner. 2002. 288p.
BRANCO, S. M. Energia e o Meio Ambiente. São Paulo: Moderna. 1991, 96p.
TOMASQUIM, M. T. (Coord.). Fontes Renováveis de Energia No Brasil. Rio De Janeiro: Interciência/ Cenergia. 2004, 515p.
VIEIRA , A. S. de P. Gestão de Recursos Naturais Renováveis e Desenvolvimento: Novos Desafios para a Pesquisa Ambiental. São Paulo: Cortez. Ed 3. 2002, 500p.

RECURSOS HÍDRICOS

Ciclo Hidrológico. Cartografia. Geodésia. Clima. Bacia Hidrográfica. Precipitação. Escoamento Superficial. Balanço Hídrico. Vazões de Enchentes. Gestão de Recursos Hídricos.

Bibliografia:
VILELLA, S. M. e MATTOS, A. Hidrologia Aplicada. São Paulo: McGraw-Hill, 1975.
SOUZA PINTO, et all. Hidrologia. Ed. Básica, Edgard Blucher, 1976.
OMETTO, J. C. Bioclimatologia Vegetal. São Paulo: Editora agronômica CERES, 1981.
MILLER, A. Climatologia . Barcelona: Editora Ômega, 1975.
WILKEN, P. S. Engenharia de drenagem superficial. São Paulo: Cetesb, 1978.
RIGHETTO, A. M. Hidrologia e Recursos Hídricos. São Carlos: Editora da EESC-USP, 1998.

GEOLOGIA E GEOTECNIA AMBIENTAL

Formação dos solos. Mapas e perfis geológicos. Hidrogeologia. Dinâmica das águas subterrâneas. Influência das características dos solos no comportamento dos poluentes e contaminantes. Aspectos da Geotecnia Ambiental.

Bibliografia:
OLIVEIRA, A. M. S & BRITO, S.N.A (Eds). 1998. Geologia de Engenharia. São Paulo. Associação Brasileira de Geologia de Engenharia – ABGE. 586p.
LEINZ, V.; AMARAL, S. E. 1989. Geologia Geral. São Paulo: Nacional, 399p.
CHIOS, N. J. 1975. Geologia Aplicada à Engenharia. São Paulo. Grêmio Politécnico. 475p
DERCOURT, J.; PAQUET, J. 1999. Géologie: Objets et méthodes, cours et exercices résolus. Paris. Editora Dunod. 10a ed. 457p.
GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. 1994. Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Rio de Janeiro. 458p.

TRATAMENTO DE ÁGUAS DE ABASTECIMENTO

Parâmetros de Qualidade da água. Padrão de Potabilidade. Técnicas de Tratamento de água. Coagulação. Mistura Rápida. Floculação. Decantação. Filtração. Desinfecção.Cloração. Resíduos gerados no tratamento.

Bibliografia:
AZEVEDO NETO, J.M. Tratamento de Água. São Paulo: CETESB, 1977.
RICHTER, C.A. Tratamento de Água: Tecnologia Utilizada. São Paulo: Edgard Blucher, 1991.
DI BERNARDO, L. Métodos e Técnicas de Tratamento de Água. Volumes I e II. São Paulo: Editora RIMA, 2005.
DI BERNARDO, L. (Coordenação). Tratamento de Água de Abastecimento por Filtração Direta. São Paulo: PROSAB, 2005.
CETESB. Qualidade das Águas Interiores do Estado de São Paulo. São Paulo: Editora SOMA, 1982.

TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS E EFLUENTES INDUSTRIAIS

Caracterização das Águas Residuárias. Esgotos Domésticos e Efluentes Industriais. Processos de tratamento. Operações Unitárias. Eficiência de Tratamento. Tipologias de Tratamento. Tratamento Preliminar. Tratamento Primário. Fossas sépticas. Filtros Anaeróbios. Lagoas de Estabilização. Reatores Anaeróbios. Tratamento Secundário. Lagoas Aeradas. Filtros Biológicos. Lodos Ativados. Secagem de lodos.

Bibliografia:
JORDÃO, E.P. Tratamento de Esgotos Domésticos: Concepções Clássicas de Tratamento de Esgotos. São Paulo, 1975.
LEVENSPIEL, O. Engenharia das Reações Químicas. 3ª edição. São Paulo: Edgard Blucher, 2000.
METCALF & EDDY, INC. Wastewater Engineering – Tratament and Reuse. 4ª edição. McGraw Hill, 2003.
CAMPOS, J.R. REALI, M.A.P. e DANIEL, L.A. Conceitos Gerais sobre Técnicas de Tratamento de águas de Abastecimento, Esgotos sanitários e Desinfecção. São Carlos: EESC – USP, 1999.
IMHOFF, K.R. Manual de Tratamento de Águas Residuárias. São Paulo: Edgard Blucher, 1986.
UEHARA, M.Y. Operação e Manutenção de Lagoas Anaeróbias e Facultativas. São Paulo: CETESB, 1989.
VON SPERLING, M. Princípios Básicos de Tratamento de Esgotos. Belo Horizonte: DESA, 1996.

RESÍDUOS SÓLIDOS

Geração de Resíduos. Classificação e caracterização de resíduos sólidos. Planejamento e gerenciamento de resíduos: redução, reutilização, reciclagem, coleta, transporte, tratamento e disposição final. Aterros sanitários. Gestão de resíduos da construção civil.

Bibliografia:
BIDONE, F.R.A. , POVINELLI, J. Conceitos Básicos de Resíduos Sólidos. São Carlos: EESC USP. Projeto REENGE, 1999.
CONSONI, A.J. et al. Disposição final do lixo. In: Lixo Municipal: manual de gerenciamento integrado. São Paulo: Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), 1995.
LIMA, J.D. Sistemas Integrados de Destinação Final de Resíduos Sólidos Urbanos. Rio de Janeiro: ABES, 2005.
LIMA, L. M. Q. Tratamento de Lixo. São Paulo: Hemus, 1991.

POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA

Composição e estrutura da atmosfera. Classificação dos poluentes. Meteorologia e Poluição Atmosférica. Estabilidade atmosférica. Fontes e efeitos da poluição atmosférica. Padrões de qualidade do ar. Métodos de controle da poluição atmosférica. Equipamentos de controle. Avaliação de qualidade do ar. Transporte e dispersão de poluentes atmosféricos. Monitoramento de poluentes atmosféricos e da qualidade do ar.

Bibliografia:
NEFUSSI, N. e GUIMARÃES, F.A. Curso de Poluição do Ar. São Paulo: CETESB.
MACINTYRE, J.A. Ventilação Industrial e Controle da Poluição. Rio de janeiro: Editora Guanabara Dois, 1988.
LISBOA, H. M. Poluição Atmosférica. Edição Eletrônica. 2006.
MELO, C. e PEREIRA FILHO, H. V. Ventilação industrial. Apostila do curso se Engenharia Mecânica da UFSC. Florianópolis: UFSC, 1991.
MELO ALVARES JR ; LACAVA L, C.I. V. e FERNANDES, P.S. Emissões atmosféricas.SENAI,2002.
MESQUITA, A. L.; GUIMARAES, F. A. e NEFUSSI, N. Engenharia de Ventilação industrial. Editora CETESB / Edgard Blucher, 1988.

POLUIÇÃO DOS SOLOS

Poluição dos Solos. Riscos Ambientais. Previsão de riscos ambientais. Recuperação de Áreas Degradadas. Remediação e Biorremediação. Erosão.

Bibliografia:
ARAUJO, G. H. S.; ALMEIDA, J. R.; GUERRA, A. J. T. 2005. Gestão Ambiental de Áreas Degradadas. 1. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 320p.
BITAR, O. Y. (Org.). 1995. Curso de Geologia Aplicada ao Meio Ambiente. São Paulo: Associação Brasileira de Geologia de Engenharia (ABGE)/Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). Divisão de Geologia (série Meio Ambiente). 247p.
BOLTON, T. 1989. Geological Maps: their solution and interpretation. Cambridge University Press, Cambridge, 144p.
CHAMLEY, H. 2003. Geoscience, environment and man. Amsterdam: Elsevier. 527p. (Developments in Earth & Environmental Sciences, 1).

POLUIÇÃO DAS ÁGUAS

Poluição. Critérios e Padrões. Potabilidade. Poluição das Águas. Classificação dos Cursos d’água. Autodepuração dos cursos d’ água. Técnicas Experimentais em Saneamento Ambiental. Controle da qualidade da água.

Bibliografia:
BIASOLI, W.M. Fortaleza: Água e Saúde, 2000.
CETESB. Qualidade das Águas Interiores do Estado de São Paulo. São Paulo: Editora SOMA, 1982.
DACACH, N.G. Saneamento Básico. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1979.
FELICIDADE, N.; MARTINS,R.C.;LEME, A. A. (orgs). Uso e gestão dos recursos hídricos no Brasil. São Carlos: RiMa,2001
TUNDISI, J.G. Água no século XXI: enfrentando a escassez.São Carlos:RiMa, 2003.
VON SPERLING, M. Princípios Básicos de Tratamento de Esgotos. Belo Horizonte: DESA, 1996.

ANÁLISE E AVALIAÇÃO AMBIENTAL

Histórico. Avaliação de Impactos Ambientais. Estudo de Impactos Ambientais. EIA / RIMA. RAP. Metodologias de Avaliação de Impactos.

Bibliografia:
ABSY, M. L. Avaliação de Impacto Ambiental: agentes sociais, procedimentos e ferramentas. Brasília: IBAMA, 1995.
JUCHEM, P. A. (Coordenador). Manual de Avaliação de Impactos Ambientais. 2ª edição, Curitiba: IAP, 1993.
PORTO, M.F.M.M. Educação ambiental: conceitos básicos e instrumentos de ação. Belo Horizonte: Fundação Estadual do Meio Ambiente / DESA / UFMG, 1996.
PLANTENBERG, C.M. & AB’SABER, A. N. (Organizadores). Previsão de Impactos – Estudo de Impacto Ambiental no Leste, Oeste e Sul – Experiências no Brasil, Rússia e Alemanha. São Paulo: Edusp, 1994.
SÃO PAULO (Estado). Manual de Orientação EIA – Estudo de Impacto Ambiental e RIMA – Relatório de Impacto no Meio Ambiente. São Paulo: 1992.
TAUK-TORNISIELO, S.; GOBBI, N.;FORESTI, C.;LIMA, S.T.(Organizadores). Análise Ambiental: estratégias e ações. Rio Claro: Centro de Estudos Ambientais da UNESP, 1995.

GESTÃO AMBIENTAL

Instrumentos de Gestão Ambiental. Licenciamento Ambiental. Elementos de Avaliações e Perícias Ambiental. Normas Internacionais. ISO 9000. ISO 14000. Estudo de caso.

Bibliografia:
REIS, M.J.L. ISO 14000: Gerenciamento Ambiental – Um novo desafio para a sua competividade. Rio de Janeiro: Qualitymark Editora, 1996.
FARIAS, T. Licenciamento Ambiental: aspectos teóricos e práticos. São Paulo: editora Fórum, 2007.
ANDRADE, R.O.B.; TACHIZAWA, T.; CARVALHO, A.B. Gestão Ambiental. São Paulo: Editora Pearson, 2004.
BARBIERE, J.C. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias de mudanças da Agenda 21. Petrópolis: Vozes, 1997.
PHILIPPI Jr, A. ; BRUNA, G.C.; ROMERO, M.A. Curso de Gestão Ambiental. São Paulo: Editora Manole, 2004.

LEGISLAÇÃO E DIREITO AMBIENTAL

Conceitos Básicos sobre Direito e Ciências Ambientais. Política Nacional do Meio Ambiente. Legislação Ambiental e seus impactos sobre as políticas públicas setoriais. Administração Pública e meio ambiente. Crimes Ambientais. Direito Internacional do Meio Ambiente. Agenda 21. Política Ambiental Brasileira.

Bibliografia:
MEDAUAR, O. (Organizadora). Coletânea de Legislação de Direito Ambiental. Editora Revista dos Tribunais.
FIORILLO, C.P. Curso de Direito Ambiental Brasileiro. Editora Saraiva.
MILARÉ, E. Direito do Ambiente. Editora Revista dos Tribunais
ALMEIDA, F. O Bom Negócio da Sustentabilidade. Editora Nova Fronteira
BRASIL. Resolução CONAMA nº 01/86 – Dispõe sobre o estabelecimento de definições, das responsabilidades, os critérios básicos e as diretrizes gerais para o uso e implementação de avaliação de Impacto Ambiental como um dos Instrumentos da política nacional do Meio Ambiente. Brasília: 1986.
BRASIL. Lei nº 6.938/1981 – Dispõe sobre a Política Nacional de Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicações e dá outras providências. Brasília: 1981.
BRASIL. CONSTITUIÇÃO FEDERAL DO BRASIL. 1988;

MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA

Conhecimento e método científico. Projeto de Pesquisa. Processo de Pesquisa. Análise de Dados. Relatórios.. Monografia. Artigos Científicos.

Bibliografia:
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 10 ed., São Paulo: Perspectiva, 1993.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3.ed., São Paulo: Atlas, 1991.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 20.ed., São Paulo: Cortez, 1996.

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO:

Para a conclusão do curso, além da aprovação nas disciplinas, o aluno deverá apresentar uma monografia, com tema relacionado aos assuntos abordados na Engenharia Ambiental, e para sua elaboração a disciplina básica será “Métodos e Técnicas de Pesquisa”, tendo como objetivo a elaboração do Projeto de Pesquisa. Para a elaboração do trabalho monográfico cada aluno terá a participação de um orientador, da escolha do aluno, pertencente ou não ao quadro de docentes do curso, desde que atendida a condição comprovada de título mínimo de mestre.

IX. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Para a conclusão e aproveitamento final do curso de Pós-graduação em “Engenharia Ambiental”, como requisito ao Certificado de Conclusão, os alunos regularmente matriculados deverão cumprir todos os módulos e disciplinas do curso, com aprovação. Para o aproveitamento nos módulos e nas disciplinas serão considerados os seguintes requisitos:
a. ter obtido freqüência mínima de 75 % nos módulos e nota mínima de 7,0 (sete) em todas as disciplinas;
b. ter obtido freqüência mínima de 75 % na disciplina de “Metodologia e Técnicas de Pesquisa Científica”, e ter apresentado o Trabalho de Conclusão de Curso perante Banca Examinadora obtendo nota final mínima de 7,0 (sete);

CERTIFICADOS

Aos alunos que cursarem todas as disciplinas com rendimento satisfatório e apresentarem, com aprovação, o trabalho de conclusão de curso será concedido Certificado de Especialização em Engenharia Ambiental. Para os alunos com aproveitamento isolado de disciplinas, com rendimento satisfatório, serão concedidos certificados de extensão.

PREÇO

A matrícula será de $200,00 e as mensalidades serão de $620,00

MATRÍCULAS.

As inscrições para o curso poderão ser efetuadas até o prazo previsto de 01/11/2012, e serão aferidas nesta data para formação de turma com número mínimo de alunos, com previsão de início em 10/11/2012.
Informações podem ser obtidas com Mariana no email mariana@sesp.edu.br , ou no telefone (11) 3061.5022 no período da tarde, de segunda a sexta feira, após 14 hs.

Comentários ou perguntas são bem-vindos.

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